Publicado por: sribeiro em: Outubro 26, 2008
Se bem me lembro a meta era comprar um Ipod. Meu desejo era na verdade mais simples que isso, um MP3, mesmo na era do MPInfinito, me satisfaria. O lance é poder ouvir música mesmo não estando em casa. Mas os bichinhos da Apple são fofos e eu pensei neles. Só que eles são caros, pelo menos o que eu queria estava bem salgadinho. Daà que a meta foi adaptada e comprei um MP4 da Sony. Vermelho. Fica feio confessar que ele tem um monte de funções mas o que determinou sua compra foi a singeleza da cor? Eu adoro vermelho e essa cor em acessórios me atrai muito. Gostei do tamanho também, nem grande nem pequeno demais (tem um modelo da Apple que parece uma formiga).Â
Enfim, meta cumprida em 25/10/2008.
Agora estou descobrindo tudo o que ele pode fazer. E não, não pensem que ele é um moreno burro. Pelo contrário, é belo e inteligentÃssimo! Sábio na sua simplicidade, pra ser mais exata. Simples de usar e auto explicável, o que me livra de ter que me debruçar sobre o manual.Â
A parte dos vÃdeos também é muito interessante. Sou quase uma anafalbeta internética e minha conexão é discada, daà que esse mundo de youtube é praticamente desconhecido pra mim. Mas como meu irmão deu um upgrade na conexão dele, tenho me aproveitado e feito pesquisas nessa área. Baixei um programinha pra converter vÃdeos, a fim de que o meu mais novo brinquedinho possa ler os vÃdeos do youtube. E, claro, já baixei pelo menos meia dúzia de músicas pra ouvir por aÃ.
Publicado por: sribeiro em: Setembro 10, 2008
Item 41 (2/5) concluÃdo em: 07/09/2008.
Ai…achei melancólico esse livro. O enredo: A natureza humana é examinada pelo velho Aires, um observador atento e complacente.
É o último romance de Machado de Assis e eu fiquei pensando que também ele, o autor, estava, ao fim da vida, como o Conselheiro Aires: sozinho, observando o mundo. No caso de Machado observando com ironia, sabedoria e pertinência. Mas ainda assim, a idéia de que ao fim da vida não nos resta nada muito além da mera observação e análise da vida alheia me soou melancólica.
O texto tem algumas passagem ótimas sobre o hábito de quem se põe a escrever em um diário, como por exemplo:
Publicado por: sribeiro em: Setembro 3, 2008
Item 45Â concluÃdo em: 03/09/2008.
Almocei com Adriana, outra adoradora de Cheddar, e já que estávamos no local do crime, resolvi me arriscar e concluir logo o item “ir ao McDonald’s e pedir qualquer coisa, menos Cheddar”. Escolhi o sanduÃche de peixe porque achei que frango e carne bovina seriam comuns demais. Como era uma ocasião especial, tentei escolher o que me pareceu igualmente especial para o meu paladar. (ficou boa essa piada).
O filé de peixe estava saboroso, deve ser uma das poucas carnes do McDonald’s sem um gosto ligeiramente artificial. Mas comer peixe com pão é meio estranho. Não sei…mas não achei a combinação das mais felizes. Claro, não estava ruim, só não estava assim… uma delÃcia.
E já que é pra confessar tudo: Milk Shake acompanhando! De morango! (agora sim essa mistura ficou exótica). Guloseima é guloseima, logo, foi um almoço agradável (e ainda me interrogo por que a vida é injusta e me obriga a fazer dieta). Da próxima vez…Cheddar. Sim, porque se é pra consumir aquele mundo de calorias e carregar a culpa pelas gorduras acumuladas (quem dera fosse somente a culpa), que seja com algo verdadeiramente delicioso.
Publicado por: sribeiro em: Setembro 3, 2008
Item 41 (1/5) concluÃdo em: 02/09/2008.Â
Resumo:
“O trágico envolvimento amoroso entre Helena e Estácio, supostamente irmãos, é o assunto desta obra publicada em 1876.
Da fase romântica de Machado de Assis, o romance destaca-se pelo suspense e pela surpresa, que mantêm o leitor intrigado até a última página. Embora distante do Realismo de suas obras da maturidade, Helena já revela o brilho desse escritor de gênio.”
Helena é o último romance da fase dita “romântica” de Machado de Assis. Não sou uma estudiosa do assunto e, por isso, essas regrinhas acadêmicas me chamam pouca atenção. Entretanto, é interessante observar a evolução de um autor querido. No caso de Machado essa evolução é claramente perceptÃvel, tanto nos contos quanto nos romances e me é prazeroso imaginar – e apenas imaginar, infelizmente – como esse processo se deu. Será que ele reescrevia muitas vezes? Quanto tempo ele trabalhou em cada livro? Coisas assim. Imaginar como um autor se transformou de forma tão clara e objetiva, e que caminhos foram trilhados até ele conseguisse criar a excelência que o fez célebre.
A edição que eu li foi essa daqui:
O interessante da série Bom Livro, pelo menos para mim, são os acessórios. Como o público alvo é o juvenil, há várias notas de rodapé, uma mini biografia do autor ao final do livro e até um anexo com uma espécie de “interpretação do texto”. Eu gosto.  Como não é um autor contemporâneo, podem ser acessórios úteis para a compreensão. Não do enredo, claro, porque esse é simples, mas de todas as demais partes que compõem a narrativa, como o contexto histórico em que foi escrito, a temática do autor, o estilo, etc.
Foi uma leitura pra lá de prazerosa, e, por isso também, tão rápida (li em dois dias). Sou gulosa e quando a leitura me apraz minha tendência é devorar o livro. Para o próximo, Memorial de Aires, vou tentar ler com mais lentidão e assim quem sabe, prolongar o prazer. Não sei nem dizer porque eu gosto tanto desse autor, sei apenas que seus textos me envolvem, me absorvem, me seduzem e me enchem de admiração.